à minha filha Marjorie Veríssimo Pinto de Paula
Agora que você mora sozinha
A solidão floresceu
No meu jardim
E dentro de mim.
Eu não queria
Que você, minha menina,
Crescesse tanto assim.
Eu queria você
Sempre bem perto
De mim.
Viver é fácil. Conviver que é difícil.
à minha filha Marjorie Veríssimo Pinto de Paula
Tudo nesta vida
Tem um fim
Quando faltam
A esperança e Deus.
Porque as estrelas
Vão brilhar
Sempre no céu.
A lua cheia
Vai continuar
Espiando a terra
Sempre de longe,
De muito longe.
Só quem ama
De verdade
Gosta de ficar
perto, bem perto