as terras em que nasci
foram moldadas
pelas águas salgadas
do mar e pelos ventos
ao longo de milhões
e milhões de anos.
sulcadas por íngremes
penhascos e enormes
abismos sem fim.
quando as águas dos mares
formaram os continentes conhecidos
deixando as minhas terras
adornadas por matos,
bosques e prados,
marcando a paisagem
com o seu majestoso relevo.
28 de fevereiro de 2011
as minhas minas
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
06:09
26 de fevereiro de 2011
sexagenário
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
20:52
a vida é muito curta
cabe numa régua de 60 (cm)
em linha reta.
por isso tudo que vem depois
é que me interessa
não tenho mais pressa.
tudo é breve, acredite!
até um dia ensolarado
acaba, anoitece.
só vale a dois
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
06:50
haicais
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
06:08
20 de fevereiro de 2011
fuso
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
11:19
Memória de jardins
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
11:07
Os vagalumes, os pássaros,
as cigarras e as formigas
restituem-me a memória.
as borboletas flutuando no ar
sempre mudas tentam desvendar outros tempos.
e eu, aqui e agora, tanto tempo depois,
continuo vivendo o que já vivi,
vi e ouvi nesses jardins urbanos de cimento
e nessas flores de mármore importado.
não decifro os abrolhos, os abismos,
os horizontes e os segredos da vida.
De onde que vem
Postado por
Mauro Lúcio de Paula
às
10:38
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