20 de fevereiro de 2011

fuso


acabou o horário de verão
os ponteiros foram atrasados,
mas as marcas do tempo,
a rota dos ventos
e o curso das águas claras
continuam rompendo a madrugada.

3 comentários:

Mirze Souza disse...

Mauro!

A sabedoria da natureza é não ter relógio, nem saner o que é. Assim como a sua.

Beijos, poeta

Mirze

Márcia Sanchez Luz disse...

É, Mauro...a vida continua, independente de como o relógio do tempo funcione.
Gostei muito deste poema.

Abraços

Márcia

Espaço do haicai disse...

Com o fim do horário de verão, voltei a ouvir os pássaros! Parabéns pelo poema!
Monica