15 de janeiro de 2010

Navegar é preciso, voltar não!















Quis, um dia, navegar em águas profundas
Não busquei glórias, nem louros, nem outros tesouros
Só quis vencer ondas, brumas e ditaduras
E navegar em mares calmos.

Procurei portos seguros
Águas claras e praias desertas
E nunca senti medo, dor, ódio e frio.

Sempre procurei nessas águas
Ser abrigo próximo e cais seguro.

Aprendi com as ondas
Que nesta vida, um dia, se ganha;
No outro, se perde e perdoa.

Só esqueci que quem navega
por águas profundas
Não sabe mais como voltar.

4 comentários:

Anônimo disse...

As águas profundas mostram-nos o mundo com o qual sonhamos, e não nos deixam mais atracar de volta.

Bonito poema! Beijos.

Graça disse...

Mauro, suas poesias estão lindas...sua inspiração e criação nos leva a mergulhar nas inquietações e busca da lucidez .Parabéns.
Sua irmã, Gracinha

Favor incluir nos seu contatos:mariapdesouza.hotmail.com (Gracinha Pires de CPena)

Anônimo disse...

Aêêê...Maurinho! Voltar prá casa,sim
é preciso e estou de volta graças a
DEUS.Eu voltei para as coisas q/eu
deixei...as plantas meio murchas os
pintinhos sequelados e por aí vai...
e muita chuva no vale do aço.Mas tá
prá lá de bão.E bota bão niiissooo.
Segundo Dudu Anubis ou Ed canavieira.
Bjks p/vc e alminha!!!
T +.....

Patcouto disse...

Linda poesia!