12 de dezembro de 2011

A travessia

O rio
Da minha cidade
Era como a extensão
Dos meus braços

Perto da estação velha
Descia pelo beco
Dos armazéns do Carlomanho
Que ia dar nas pedras do canalão

Debaixo da ponte
Atravessava o rio a nado
Até alcançar a prainha dos Abelhas
E ganhava o mundo

1 comentários:

MIRZE disse...

qUE DELÍCIA DE POEMA.

Como sou nadadora, entrei no clima.

Muito lindo!

Beijos

Mirze